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Alfenas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Para a cidade portuguesa, veja Alfena.
Alfenas
Igreja matriz de São José e Dores
Igreja matriz de São José e Dores
Igreja matriz de São José e Dores
Hino
Gentílicoalfenense[1]
Localização de Alfenas em Minas Gerais
Localização de Alfenas em Minas Gerais
Localização de Alfenas em Minas Gerais
Alfenas está localizado em: Brasil
Alfenas
Localização de Alfenas no Brasil
Mapa
Mapa de Alfenas
Coordenadas: 21° 25′ 44″ S, 45° 56′ 49″ O
PaísBrasil
Unidade federativaMinas Gerais
Municípios limítrofesAlterosa, Areado, Campo do Meio, Campos Gerais, Carmo do Rio Claro, Divisa Nova, Fama, Machado, Paraguaçu e Serrania[2]
Distância até a capital335 km
Emancipação7 de outubro de 1860 (165 anos)[3]
Distritos
Lista
Governo
  Prefeito(a)Fábio Marques Florêncio[5] (PT[6], 2025–2028)
  Vereadores12[7]
Área
  Total [1]850,446 km²
Altitude888 m
População
  Total (Censo IBGE/2022) [1]78 970 hab.
  PosiçãoMG: 46º
  Estimativa (IBGE/2025[1])82 303 hab.
Densidade92,9 hab./km²
Climatropical de altitude
Fuso horárioHora de Brasília (UTC−3)
CEP37130-000 a 37139-999[8]
IDH (PNUD/2010) [1]0,761 alto
  PosiçãoMG: 23º
PIB (IBGE/2023) [9]R$ 3 669 899 mil
  Per capita (IBGE/2023[9])R$ 46 472,06
Sítioalfenas.mg.gov.br (Prefeitura)
alfenas.mg.leg.br (Câmara)

Alfenas é um município brasileiro, localizado no sul de Minas Gerais, que pertence à Região Imediata de Alfenas. De acordo com o recenseamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sua população em 2022 era de 78 970 habitantes.[1]

História

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O povoamento da região de Alfenas iniciou-se no começo do século XIX, associado à expansão agrícola e pecuária no sul de Minas Gerais. A origem do município está relacionada à formação de um pequeno núcleo populacional em torno da Capela de Nossa Senhora das Dores e São José, construída após doação de terras realizada por fazendeiros locais. [10]

Segundo registros da Prefeitura Municipal, em 1832 a localidade já possuía pároco próprio. Em 1860 foi elevada à categoria de vila e, em 1869, tornou-se cidade. Inicialmente denominada Vila Formosa de Alfenas, teve o nome simplificado para Alfenas em 1871.[11]

Durante o final do século XIX e início do século XX, o crescimento econômico do município esteve fortemente associado à cafeicultura, atividade que contribuiu para o desenvolvimento urbano e para a integração da cidade às rotas comerciais regionais.[12]


Breve histórico pontuado:

Essa região pertencia à Freguesia de Cabo Verde.

  • 9 de outubro de 1784, o Alferes José Martins Borralho obteve sesmaria, ao pé da Serra da Esperança, entre os ribeirões Sapé e Águas Verdes.
  • 1787, foi batizado o primogênito na Matriz de Cabo Verde, cujo nome era Manuel.
  • 1799, foi erguida uma pequena ermida, dedicada a Nossa Senhora das Dores, a qual foi demolida para dar lugar a uma Capela concluída em 1801, e que passou a ser denominada Capela de São José e Nossa Senhora das Dores.
  • 21 de janeiro de 1802, Januário Garcia Leal, o "Sete Orelhas", recebe carta patente, nomeando-o Capitão de Ordenanças do Distrito de São José e Nossa Senhora das Dores.
  • 22 de julho de 1805, foi feita a doação do patrimônio aonde encontra-se a atual igreja Matriz.
  • 1817, nasce Joaquim Leonel Pereira de Magalhães, futuro Major da Guarda Nacional, professor e político que se casaria, em segundas nupcias, com Ana Custodia de Moraes Navarro, irmã do Barão de Cabo Verde. Era filho do fazendeiro Tte. Cel. Antônio Joaquim Pereira de Magalhães que possuía em Alfenas uma de suas fazendas, quando o censo de 1831 o apontava com 24 escravos em sua propriedade rural, nessa cidade.
  • 7 de outubro de 1860, a Freguesia foi elevada a categoria de vila, como nome de Vila Formosa de Alfenas.
  • 15 de outubro de 1869, a vila passou à categoria de cidade,com o nome de Formosa de Alfenas, e depois em 23 de setembro de 1871, simplificado para Alfenas, para não confundir com outra de mesma denominação, em Goiás.

Geografia

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Alfenas localiza-se no sul do estado de Minas Gerais, integrando a Região Geográfica Imediata de Alfenas e a Região Geográfica Intermediária de Varginha, segundo a divisão regional do IBGE.[13]

O município possui área territorial de 850,446km² e faz limite com Areado, Campos Gerais, Fama, Machado, Paraguaçu, Serrania, Carmo do Rio Claro e Alterosa.[14]


Outros dados sobre o município:

  • Altitude máxima: 888m acima do nível do mar, na cabeceira do Córrego Mateus Cego
  • Altitude Média: 768 m
  • Temperatura Média Anual: 19,6°C
  • Precipitação Média Anual: 1592,7mm
  • Distritos: Barranco Alto - Gaspar Lopes
  • Bairros rurais: 56
  • Ruas: 850
  • Praças: 20

Em grande parte composto por rochas cristalinas, constituída de uma superfície elevada caracterizada por sucessão de morros e garupas que vêm de Poços de Caldas, seguindo em direção das Calhas dos rios Grande e Sapucaí, com alturas variáveis de 800 a 1000m.

Além disso, o solo da região é composto predominantemente por Latossolos (Latossolos Vermelhos e Vermelho-Amarelos), altamente permeáveis[15][16][17].

Já a composição topográfica do município é formada de 10% de terreno plano, 10% de terreno montanhoso e 80% de terrenos ondulados[17].

O município se situa nos limites meridionais da zona intertropical e, sob influência da elevada altitude da região, o clima da região é do tipo tropical mesotérmico. O clima predominante é o tropical de altitude, caracterizado por verões chuvosos e invernos mais secos e amenos.

A temperatura média anual é de aproximadamente 19,6°C e a precipitação média anual gira em torno de 1.590 mm.[18]

Verão e a primavera são as estações mais quentes, com máximas diárias variando de 28 a 30°C, outubro e novembro são os meses mais quentes chegando de 36 a 37°C e mínima de 9 e 10°C.

Hidrografia

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Alfenas é influenciada pelo reservatório da Usina Hidrelétrica de Furnas, importante elemento da paisagem regional e da atividade turística local. O lago de Furnas contribui para atividades de lazer, pesca e turismo náutico. Sua hidrografia é definida pela Bacio do Rio Grande. O município apresenta rios e córregos de grande importância ambiental[19]:

O Rio Sapucaí (canto inferior esquerdo) segue rumo ao norte para o reservatório de Funas.


Rio Cabo Verde: importante afluente da região;

Rio Machado: compõe a bacia de entorno do município;

Rio Sapucaí: principal afluente do Lago de Furnas, sendo um dos maiores corpos d'água da região;

Rio São Tomé: principal fonte de abastecimento urbano através de águas subterrâneas e classificado como manancial não vulnerável[20];

Córrego da Pedra Branca: percorre grande parte da área urbana e tem sido alvo de diversos projetos de recuperação ambiental e urbanística;

Ribeirão do Pântano: importante bacia localizada no município que marca as "tensões" entre a zona urbana e rural;

Córrego Chafariz; Ribeirão do Escalvado.

Lago de Furnas

A malha hidrográfica do município vem sofrendo com o escoamento de efluentes em seus rios e córregos e ocupação de suas margens pela população. O município não possui uma Política Municipal de Saneamento Básico, e a prestação de serviços de abastecimento e esgotamento é realizada pela COPASA, com cobertura de coleta de esgoto de 77,29% e tratamento de 99,72% do volume coletado. O município apresenta alta cobertura de canalização interna de água nos domicílios (97,21%), embora ainda registre perdas no sistema de abastecimento (26,95%). [20]

Lago de Furnas


Sistema viário

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O município tem acesso a três rodovias federais: BR-491, BR-267 e BR-369, e 4 rodovias estaduais - MG-179, MG-184, MG-453 e MG-879, que conectam Alfenas a importantes centros urbanos do sul de Minas Gerais e do estado de São Paulo. A cidade também possui aeroporto (SNFE - Aeroporto Comandante Paschoal Patrocínio Filho) com pista de aproximadamente 1600 metros com balizamento.

A economia do município é muito intrínseca a produção agrícola, especialmente a cafeicultura, já que integra uma das principais regiões produtoras de café do sul de Minas Gerais, atividade que desempenha papel relevante na geração de renda e empregos, já que é um produto consumido internamente e exportado para outros municípios e estados do país. Além do café, destacam-se culturas agrícolas como milho, feijão, soja, arroz, mandioca e cana-de-açúcar.[21]

Vista parcial da sede do município ao entardecer.

Já na pecuária, uma das mais antigas atividades econômicas do município conta com rebanho de aproximadamente 41800 cabeças, utilizados na produção de leite e, em sua maioria, como gado de corte. Destaca-se a suinocultura com aproximadamente 4770 cabeças e galináceas com 195000 cabeças, para o ano de 2004. A pecuária leiteira é bastante desenvolvida e iniciativas na agroindústria, principalmente no setor do gêneros alimentícios, sucos e laticínios. Na área industrial vem consolidando o município, vocação para o setor têxtil.

O setor de serviços também possui grande importância econômica, impulsionado principalmente pelo ensino superior e pelo comércio regional. Possui um Distrito Industrial que é um dos maiores do Sul de Minas, administrado pela Companhia de Distritos Industriais de Minas Gerais – CDI-MG, que agrega quase todo setor industrial de Alfenas, com indústrias de grande e médio porte. O comércio varejista é bem diversificado e atende todos os municípios da região.


Além disso, a presença de universidades e estudantes vindos de diferentes regiões do Brasil, contribui significativamente para o setor imobiliário, alimentação, transporte e atividades culturais. Segundo dados do IBGE, o PIB per capita municipal foi de R$ 46.472,06 em 2023.[22]

A gestão municipal da saúde  é feita pela Secretaria Municipal de Saúde. A estrutura pública inclui serviços como o CAPS Saúde Mental e PSFs zoneados por bairros. Além disso, Alfenas é sede da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Alfenas, órgão da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais responsável por articular ações regionais no município e em sua área de abrangência.[23][24]

No atendimento hospitalar, Alfenas concentra unidades de referência para a população local e regional. A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais informa que o Hospital Universitário Alzira Velano (HUAV) é credenciado como CER III para atender pacientes de Alfenas e de mais de 50 cidades do Sul de Minas. Dados do CNES também registram leitos hospitalares no HUAV e na Santa Casa de Alfenas, com parcela destinada ao SUS.[25]

Já a Santa Casa de Alfenas oferece atendimentos, exames e internações, além de manter uma área de Oncologia e Residência Médica, se tornando referência regional para pacientes de diversos municípios.[26]

Educação

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Educação Básica

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A Secretaria Municipal de Educação de Alfenas tem como atribuição assegurar às crianças, jovens e adultos condições de acesso, permanência e sucesso escolar. A rede municipal inclui escolas como a E.M. Fausto Monteiro e a E.M. Antônio Joaquim Vieira (Polivalente), ambas com páginas oficiais no portal da prefeitura. A administração municipal também mantém ações como alimentação escolar e formação de profissionais da educação.[27]

Educação Superior

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UNIFAL-MG

A educação superior representa um dos principais elementos de destaque de Alfenas. O município abriga a Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG), cuja origem remonta à fundação da Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas em 1914. A instituição foi federalizada em 1960 e transformada em universidade federal multicampi em 2005.[28] A universidade mantém cursos de graduação e pós-graduação em diversos cursos em sua sede no município, além das unidades Santa Clara, em Alfenas, um campi em Varginha e outro em Poços de Caldas.[29]

No ensino privado, destaca-se a UNIFENAS – Universidade José do Rosário Vellano, instituição privada fundada em 1972, que mantém campus em Alfenas e oferece cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado. O município também registra participação formal do segmento de escolas particulares no Conselho Municipal de Educação, o que mostra que a rede privada tem representação institucional no sistema educacional local.[30]

Além da UNIFAL e UNIFENAS, o município conta com instituições privadas de ensino superior e escolas públicas e particulares que atendem a região:

Biodiversidade local

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Alfenas se encontra em uma área de transição entre os biomas Cerrado e Mata Atlântica, com remanescentes florestais inseridos em uma paisagem intensamente modificada por usos antrópicos, como a agropecuária e a urbanização. Estudos locais descrevem o município e sua região como ecótono Cerrado–Mata Atlântica, além de registrar a presença de vegetação típica de transição e a necessidade de planejamento ambiental voltado à conservação dos recursos naturais.[31][32]

Além disso, a cobertura florestal do município é classificada como Floresta do tipo Estacional Semidecidual e Ombrófila Mista, com espécies arbóreas como açoita-cavalo, angico, cedro, canela, sassafrás, massaranduba, canjerana, amoreira, jatobá, copaíba, jequitibá, peroba rosa e guatambu. Nas matas ciliares podem ser encontradas capixingui, ingá, pinheiro do brejo e ipê do brejo, além de árvores esparsas e cobertura de arbustos e sub-arbustos apresentando espécies como marolo, barbatimão, espinheira santa, cagaita, ipê do cerrado e pau santo.

Na zona urbana, a arborização apresenta diversidade considerável. Um estudo sobre a flora urbana de Alfenas amostrou oito áreas verdes e registrou 1138 indivíduos distribuídos em 119 espécies, com predominância de sibipiruna (Poincianella pluviosa) e palmeira jerivá (Syagrus romanzoffiana). O trabalho também destaca como a cobertura arbórea urbana exerce funções ambientais e sociais e pode atuar como importante refúgio ecológico.[33] Além disso, a Universidade Federal de Alfenas mantém um herbário com mais de 3.000 exsicatas de espermatófitas, importante para estudos botânicos e para a documentação da flora regional.[34]

Cobertura do Solo no ano 2000 (em hectares):

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  • Lavouras Permanentes 13631
  • Lavouras Temporárias 9541
  • Lavouras temporárias em descanso 2236
  • Pastagens naturais 10503
  • Pastagens Formadas 21159
  • Matas Naturais 3293
  • Matas Formadas 1113
  • Terras produtivas não utilizadas 648
  • Reserva Florestal 2888
Jerivá (Syagrus romanzoffiana)
Sibipiruna (Poincianella pluviosa)
Peroba rosa (Aspidosperma polyneuron)


Quanto à fauna, há registros de estudos sobre a biodiversidade de mamíferos em remanescentes florestais na região e também sobre os impactos da fragmentação da paisagem sobre as comunidades animais. Em um estudo sobre atropelamento de animais silvestres e domésticos na MG-491, no trecho associado a Alfenas, foram contabilizados 189 animais atropelados, incluindo mamíferos como capivaras, gambás, tatus e ouriços-cacheiro, além de aves e répteis.[35][36]

Algumas espécies que podem ser encontradas no município:

Aves:

Mamíferos:

Capivara
Macaco-prego
Saracura

Cultura e Turismo

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A cultura da cidade é marcada por diversas manifestações religiosas, através de festas populares realizadas por igrejas, e atividades estudantis associadas à presença e vida universitária. Esses eventos acabam movimentando a cidade socialmente e economicamente ao longo do ano.

A Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida destaca-se como um dos patrimônios religiosos do município, além de outras festividades ligadas ao calendário católico.

Festas religiosas e oficiais por datas:

  • Janeiro – Festa de Reis
  • Fevereiro – Carnaval
  • Março – Festa São José e Dores
  • Abril – Exposição Agropecuária – EXPOAL
  • Maio – Comemoração do dia do trabalhador, festa oficial do bezerro, também comemora-se a festa religiosa de São Francisco em frente a Capela São Francisco.
  • Junho – Festa do queijo e do vinho, Festa de São Pedro e Senhor do Bom Jesus.
  • Julho – Campeonato de Bets (Bete-ombro, antigo Cambeta)
  • Agosto – Rodeio Universitário
  • Setembro – Comemoração da Independência do Brasil
  • Outubro – Dia 15 - aniversário da cidade, Festa da Cerveja, Semana do Teatro, Batizado da Capoeira e show de danças, Congada e Festa de Nossa Senhora Aparecida; comemora-se também, a festa de São Judas Tadeu também nesse mês. (O Carnalfenas, festa de carnaval fora de época, era realizado no último final de semana de outubro ou no primeiro final de semana de novembro.[37] O evento foi extinto em 2017, após 22 anos.[38])
  • Novembro – Dia 20 - Consciência Negra
  • Dezembro – Dia 8 – Padroeira de Alfenas, Festa de Nossa Senhora do Rosário (feriado facultativo)

Já o turismo na cidade é fortemente relacionado ao entorno do Lago de Furnas, que atrai para o turismo rural e culinário, pois a proximidade com o reservatório favorece diversas atividades náuticas e de lazer, atraindo turistas de municípios vizinhos.

Filhos ilustres

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Ver também a categoria: Naturais de Alfenas

Ver também

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O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Alfenas

Referências

  1. 1 2 3 4 5 6 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. «Alfenas (MG)». Consultado em 22 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 15 de agosto de 2026
  2. «Alfenas». Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Consultado em 24 de junho de 2015. Cópia arquivada em 5 de julho de 2022
  3. Assembleia Legislativa de Minas Gerais (7 de outubro de 1860). «Lei nº 1.090, de 7 de outubro de 1860». Consultado em 22 de agosto de 2026
  4. Prefeitura Municipal de Alfenas. «História de Alfenas». Consultado em 22 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 27 de maio de 2026
  5. Prefeitura Municipal de Alfenas. «Poder Executivo». Consultado em 22 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 16 de março de 2026
  6. «Veja quais são os prefeitos eleitos em cada uma das 853 cidades de Minas Gerais». Itatiaia. 6 de outubro de 2024. Consultado em 22 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 7 de junho de 2026
  7. Câmara Municipal de Alfenas. «Conheça a Câmara». Consultado em 22 de agosto de 2026
  8. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 29 de outubro de 2021
  9. 1 2 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2025). «Produto Interno Bruto dos Municípios: base de dados 2010-2023». Consultado em 22 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 9 de março de 2026
  10. Raízes Mineiras, do Século XIX (15 de novembro de 2025). «[Vídeo] Os Alfenas: A História Secreta do Crime que Mudou o Brasil». Consultado em 27 de maio de 2026
  11. «História de Alfenas». Prefeitura Municipal de Alfenas. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 17 de março de 2026
  12. Instituto Brasileiro, de Geografia e Estatística. «Alfenas (MG)» (PDF). Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 14 de julho de 2026
  13. «Divisões Regionais do Brasil». IBGE. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 13 de abril de 2026
  14. «Alfenas (MG)». IBGE. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 15 de agosto de 2026
  15. Fachina, Eduardo Gusmão; da Silva, Ricardo Maximiliano; Zanete, Luisa Baptistella; Santana, Derielsen Brandão; Rios, Guilherme da Silva; Olivetti, Diogo; Rubira, Felipe Gomes; Mincato, Ronaldo Luiz (2026). «Estimativa das perdas de solo por erosão hídrica na sub-bacia hidrográfica do Córrego da Estiva - Alfenas-MG». Caderno de Geografia. 36 (2)
  16. Ayer, Joaquim Ernesto Bernardes; Garofalo, Danilo; Olivetti, Diogo; Silva, Marx Leandro Naves; Mincato, Ronaldo Luiz (2019). «Evolução do uso e cobertura do solo do município de Alfenas, Sul de Minas Gerais». Dinâmicas Geográficas no Sul de Minas Gerais. [S.l.]: Appris. Cópia arquivada em 27 de maio de 2026
  17. 1 2 Gaspar Júnior, Lineo Aparecido (2023). «A contribuição da Geografia no planejamento da paisagem: Panorama do quadro geológico-geomorfológico de Alfenas-MG». Caderno de Geografia. 33 (1)
  18. «História de Alfenas». Prefeitura Municipal de Alfenas. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 17 de março de 2026
  19. Câmara Municipal, Alfenas. «Conheça a Cidade». Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 27 de maio de 2026
  20. 1 2 website, Infosanbas. «Alfenas-MG». Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 7 de dezembro de 2025
  21. «História de Alfenas». Prefeitura Municipal de Alfenas. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 17 de março de 2026
  22. «Alfenas (MG)». IBGE. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 15 de agosto de 2026
  23. Prefeitura Municipal, Alfenas. «Secretaria Municipal de Saúde». Consultado em 27 de maio de 2026
  24. Governo de Minas, Saúde. «SRS Alfenas». Consultado em 27 de maio de 2026
  25. Governo de Minas, Saúde. «CER III e SRS Alfenas promovem capacitação para alinhamento de fluxo de atendimento». Consultado em 27 de maio de 2026
  26. Santa Casa, Alfenas. «Institucional». Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 27 de maio de 2026
  27. Prefeitura Mnicipal, de Alfenas. «Secretaria Municipal de Educação». Consultado em 27 de maio de 2026
  28. «UNIFAL-MG (1914–2024): 110 anos de uma trajetória gloriosa». UNIFAL-MG. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 9 de setembro de 2025
  29. Universidade Federal, de Alfenas. «início». Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 29 de abril de 2026
  30. Unifenas, Alfenas. «Homepage». Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 15 de maio de 2026
  31. «Dissertação/TCC sobre a região de Alfenas» (PDF). UNIFAL-MG. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 27 de maio de 2026
  32. «Estudo sobre vegetação e transição Cerrado-Mata Atlântica» (PDF). UNIFAL-MG. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 23 de março de 2025
  33. «Composition and Functional Diversity of the Urban Flora of Alfenas-MG, Brazil». Floresta e Ambiente. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 27 de maio de 2026
  34. «UALF - Herbário da Universidade Federal de Alfenas». speciesLink. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 14 de março de 2026
  35. «Mammals in forest remnants of an ecotonal Atlantic Forest-Cerrado area from southeastern Brazil». Neotropical Biology and Conservation. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 24 de outubro de 2020
  36. «Trecho Alfenas x Paraguaçu possui maior incidência de atropelamento de animais silvestres e domésticos da rodovia MG-491». Jornal UNIFAL-MG. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 17 de setembro de 2025
  37. «Turismo de Eventos - A Importância do Carnalfenas, de Priscilia de Souza Gagno - Niterói-2009» (PDF). Consultado em 2 de janeiro de 2017. Arquivado do original (PDF) em 3 de janeiro de 2017
  38. «Edição do Carnalfenas é cancelada pela 1ª vez após 22 anos em Alfenas, MG». G1. Consultado em 30 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 13 de agosto de 2025

Ligações externas

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